domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Boneco de barbante

Segure nas pontas do barbante,
e marque 10 vezes a mesma medida.
Corte o barbante, dar uma laçada nas extremidades do barbante,assim fica pronto os braços.




Repetir o mesmo processo para as pernas,
só que com medida de 40 cm e marque 12 vezes a mesma medida.
Para o corpo, medir 60 cm e marque 10 vezes, só que não
precisa dar as laçadas nas extremidades.
Coloque o corpo no centro da mesa,
e por cima as pernas.

Dar uma laçada.



Dar mais 3 laçadas, só que não aperte
muito.




Coloque os braços no centro do corpo,
e dar uma laçada forte.


Para cabeça, pegue um papelão com 20 cm, e marque 30 vezes
esta medida.


Retire o barbante do papelão, corte um pedaço pequeno
de barbante, e amarre no centro .

dar 2 laçadas fortes.

Coloque a cabeça no centro do corpo, dar uma laçada forte,
com o barbante que sobrou do corpo.

Unir as pontas do barbante que sobrou do corpo, e por cima
as pontas da cabeça.

Amarre com um pedaço de barbante.
Dar acabamento no boneco, cortando as pontas das pernas,
dos braços, e da cabeça.

E para terminar, faça uma pintura com giz de cera,
imitando madeira em um papelão, e cole seu boneco.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Esculturas em papel
Parece um pequeno trabalho de origami - ou melhor, kirigami - feito num papel A4. Desenganem-se. O papel é na verdade cartão com 350 gr/m2, a base é uma folha rectangular com 6 metros de comprimento e o castelo mede 3 metros de altura. Surpreendentes, assim são as esculturas de papel recortado do artista dinamarquês Peter Callesen.

Na verdade Callesen não chama "esculturas" às suas peças; antes prefere chamar-lhe "instalações". Os trabalhos em papel representam apenas uma parte da sua variada obra que inclui expressões e materiais tão díspares como a água ou o gelo, as performances, o desenho e a pintura. Apesar destas peças de escala monumental serem as mais conhecidas o autor dedica-se também à pequena dobragem de papel, material que constitui a parte mais importante do seu trabalho recente.


A temática é recorrente e presente de uma forma mais ou menos explícita ao longo de toda a sua obra. Aborda um universo de memórias da infância e contos de fadas situadas a meio caminho entre o sonho e a realidade, por vezes com humor, outras vezes com ironia. Nestes trabalhos tudo é puro e irreal: o branco imaculado e a fragilidade efectiva do papel. Os pormenores exibem uma minúcia demasiado real. São, no fundo, cópias de impossibilidades.
Esculturas com tampões de rodas de automóveis

Reciclar, reduzir, reutilizar... Este slogan parece fazer mais sentido quando olhamos para as magníficas obras produzidas por Ptolemy Elrington. Onde vemos peixes e outros animais, na verdade estamos a ver uma amálgama de tampões de rodas de automóveis acoplados com imensa criatividade. De velhas peças nascem novas formas.


Ptolemy Elrington procura deliberadamente objetos abandonados, lixo ou ferro-velho e procura ver neles algo mais do que aquilo que são. Picasso foi talvez o primeiro a fazer isso com a sua surpreendente cabeça de touro, de 1943, criada através da junção de um guiador e de um assento de bicicleta. Ptolemy, porém, fixou-se em objetos mais modernos e mais industriais: tampões de rodas de automóveis. E, apesar de se poder encontrar uma grande variedade destes objetos usados, não é isso que retira criatividade e sentido estético ao seu trabalho.


O valor das coisas não está no fato de serem novas ou velhas, úteis ou inúteis. O valor está no uso que fazemos delas, na forma como as combinamos e no significado que lhes damos. Em termos de construção não existem portanto materiais nobres e materiais pobres mas sim uns mais adequados que outros a uma determinada situação. Se, porém, nos servirmos de materiais já transformados e os reutilizarmos estaremos a acrescentar uma mais-valia ao nosso produto, uma vez que lhes damos novos usos e significados sem que haja desperdício. Esta parece ser a perspectiva de Ptolemy Elrington ao criar as suas esculturas de animais com tampões de rodas de automóveis.


Das combinações de tampões ou de partes deles nascem animais - cães, lagartos, dragões ou quaisquer outros que as peças lhe sugiram - mas principalmente peixes. Todos os tampões que emprega nas suas esculturas são encontrados na beira da estrada e trazem com eles marcas do seu uso sob a formas de mossas e arranhões. Ptolemy não encobre de modo nenhum estes vestígios do seu passado que, acredita, dão mais sentido às suas composições. Algo para meditar, numa sociedade de consumo que se desfaz dos seus objetos quando julga que a sua vida útil chegou ao fim ou, apenas, que passaram de moda. Reciclar, reduzir, reutilizar.quinta-feira, 13 de agosto de 2009
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